Postagem em destaque

[Promoção Mães Leitoras] com Rô Mierling e blogs parceiros (serão 7 ganhadores!)

Olá queridos leitores! Em comemoração ao Dias das Mães , a escritora Rô Mierling e blogs parceiros se reuniram para presentea...

[MATÉRIA COM ENTREVISTA] QUEBRANDO TABUS HOT PARTE 1 VERSÃO MASCULINA

Quebrando Tabus ( Open your Mind )

Oii pessoas lindas!! Hoje viemos falar com vocês sobre um gênero literário que sofre muitooo preconceito ( Na minha visão preconceito bobo e desnecessário), muitas vezes somos taxados como sem cultura ou até mesmo pervertidos, libertinos por ler os romances ERÓTICO/HOT, mas agora vou dar motivos para abrir sua mente  dar uma chance a essa leitura.



Quem nunca viu os famosos romances Sabrina, ou Júlia???



Esses eram alguns dos livros que se vendiam muito nas bancas para as " mulheres", e nesses livros tinha boa dose de pimenta em suas histórias, só não era tão explicito e não era denominada HOT, mas fazia muito sucesso e muitas mulheres (que Sá homens escondidos liam e se sentiam "animadinhos". heheheeh ).
Houve também livro "mais pesados" alguns até banidos como Tropico de Cancer publicado em 1934 pelo autor Henry Miller e que foi banida a venda, só voltando bem mais tarde na década de 60.
O Outro Lado da Meia-Noite Com o passar do tempo alguns autores começaram a ousar mais e descreverem com mais detalhes as cenas mais quentes, como Sidney Sheldon em "O Outro Lado da Meia Noite".


Hoje em dia esse gênero ficou tão popular que até homens vem se aventurando com sucesso nessa jornada sensual, um dos exemplos é o autor Cláudio Quirino que vem conquistando seu espaço através de livros divertidos e Hots como o "Como seduzir um capacho". Na verdade Cláudio vem se aventurando com sucesso nessa onda feminina, ganhando espaço também com os Chic-Lits ( As comédias romanticas literarias, e escreve bem, manja de verdade dos hormonios loucos do clã feminino).


Esses livros são somente de apelo sexual???  NÃO! Esses são livros que contam uma história ( muitas vezes com lições de suma importância) , quebram paradigmas e preconceitos além de aguçarem nossa imaginação. 

Não vou dizer que esses livros são para santos, não são!
Mas pelo amor, né gente?! Estamos em pleno século XXI e todo mundo sabe que não viemos de cegonhas, então logo se sabe que... Temos vida sexual sim!
E que bom que temos liberdade de falar, ler e saber sobre esse tema!
As Críticas para com esse gênero ( e aqueles que leem ou escrevem sobre isso) não vão acabar, mas pessoas de mente livre e aberta e não influenciáveis vão continuar lendo e escrevendo esses livros por diversão e aprendizado ( Afinal pode dar um UP em muitas relações e casamentos...rsrssr)
Então se você ler esse gênero HOT e gosta, não se preocupe com o que falam. Se você está bem deixe que falem curta sua leitura e seja feliz ( o importante é ser você como já dizia a música "MASCÁRA" da Pitty)




BATE PAPO JOGO ABERTO com Autor Cláudio Quirino


1. NO ÍNICIO VOCÊ SOFREU ALGUM TIPO DE PRECONCEITO COM FAMILIARES E AMIGOS POR ESCREVER ESSE GÊNERO LITERÁRIO HOT? 

CLÁUDIO: Preconceito sempre foi um tipo de palavra proibida nas conversas. Venho de uma família que considera demais tudo que é decente, honesto e que não expõe as pessoas. Quando eu disse que estava disposto a mudar um pouco de gênero e escrever um romance erótico que, além disso, trouxesse não só sensualidade, sexo, mas que também fosse divertido e revelador, a minha família incentivou demais essa iniciativa e torce ferrenhamente para que tudo dê bastante certo. Meus amigos manifestaram empolgação com a notícia e são eles, assim como meus leitores e parceiros, que me levam a continuar sem temer a qualquer tipo de comentário ou de crítica. Sem eles, todos eles, nada do que escrevo, do que sonho, seria possível. 


2. DE ONDE VOCÊ TIRA INSPIRAÇÃO PARA AS CENAS DE SEXO? 

CLÁUDIO: Pergunta comprometedora, rsrsrsrsrsrs... eu sei o que todo mundo deve estar pensando, mas a verdade do que me inspira vem de pesquisas, conversas com amigos, programas. Experiências pessoas conta um pouco, claro. O sexo, hoje em dia, é considerado natural e acredito que, aos poucos, está deixando de ser visto como um tabu, um limite que expõe de maneira horrível as pessoas. Está modificando o pensamento, tornando-se tão significativo e transformador quanto qualquer outro tema.

3. HOJE EM DIA AINDA EXISTEM MUITOS TABUS COM RELAÇÃO AO SEXO, VOCÊ SE PREOCUPA EM PERDER UMA FATIA DOS LEITORES QUE AINDA TEM RESTRIÇÕES A ESSE GÊNERO? 


CLÁUDIO: Não acredito que realmente vá incomodar meus leitores, quando expresso emoções sexuais muito intensas, porque elas vêm carregadas de significados e, por serem retratadas com muita fidelidade, alguns leitores geralmente se identificam bastante. Isso traz, segundo eles, lembranças de um tempo bom e o que escrevo acaba se tornando uma fonte inspiradora. Talvez eu tenha perdido alguns leitores, mas não soube de nenhum que abandonou por esse motivo, em especial. Às vezes, recebo comentários do tipo grosseiro e, embora eu leve numa boa o seu gosto por ler o que mais agrada, costumo sempre conversar sobre o que exatamente causou um incômodo ou o que se tornou desnecessário do ponto de vista da leitura. No final das contas, a gente sempre acaba se acertando e eu, depois disso, estou com um novo feedback do leitor.

4.VOCÊ JÁ TEVE ALGUMA SITUAÇÃO INUSITADA POR ESCREVEREM ESSE GÊNERO? NOS CONTE...RSRSRS! 


CLÁUDIO: Eu tive várias, mas são tão divertidas que, só de lembrar, eu praticamente perderei o foco e não chegarei vivo ao final dessa entrevista. Acho que o que mais superou tudo, e isso foi absolutamente verdade, acreditem, foi ter recebido um contato de uma mulher em crise no casamento. Ela revelou detalhes e nuances bastante interessantes sobre os motivos pelos quais acreditava que a relação estava arrastada, monótona e entediante. Então perguntou o que, na condição de homem e de conhecedor de sexo, penso eu, aconselharia que ela usasse na cama para surpreender o marido. Foi tão engraçado que eu devo ter ficado duas horas olhando perplexo para a pergunta até finalmente responder algo do tipo “isso é muito pessoal e acho que você não deveria expor tanto seu relacionamento dessa maneira”. Eu queria muito que eles se resolvessem. Final de tudo: ela disse que eu era farinha do mesmo saco, estava defendendo o marido dela e que iria mandar um traficante me perseguir. Eu tive a maior crise de riso.

5.QUAL LIÇÃO OU MENSAGEM VOCÊ DARIA AS PESSOAS QUE INSISTEM EM MANTER O PRECONCEITO E MENTE FECHADA COM RELAÇÃO A ESSE GÊNERO? 


CLÁUDIO: Não é pecado algum usar o sexo para chegar até as pessoas. Eu nunca entendi o porquê de tantas críticas em relação a um assunto tão natural. Entendo, honestamente, por questão de gosto e de conceito pessoal, quando alguém se dirige a mim e expõe a verdade sobre não querer continuar a leitura. Acho super bacana se abrir, sem ameaçar a relação entre autor e leitor, e, mais ainda, acho válido você expressar um ponto de vista que não te agrada. Só não acho legal quando alguém desdenha do que está lendo, fala mal do trabalho, avalia mal e, ainda por cima, critica qualquer consideração. Se eu não gosto de um gênero, estou no meu direito, mas isso não significa que tenho abertura o suficiente para desonrar o trabalho de um colega.

10.CLÁUDIO VOCÊ JÁ SOFREU PRECONCEITO POR SER HOMEM E ESCREVER ESSE GÊNERO? 


CLÁUDIO: Preconceito, não. Na verdade, essa revelação inesperada pegou todo mundo de surpresa. Quando estourou a notícia de que eu, autor conhecido por trabalhos policiais, havia publicado um chick-lit no Amazon, talvez tenha causado mais curiosidade e espanto do que preconceito. Na época, eu recebi vários comentários, mensagens, e-mails (vários mesmo!) perguntando se eu não era uma mulher com pseudônimo de Cláudio Quirino, o que me fez rir um bocado, ganhei apelido de Sophie Kinsella de calças, Harlan Cabot (os fortes entenderão!) e elogios a esse respeito. Os leitores estavam curiosos para saber como um homem, ainda mais um autor policial, descreveria o universo feminino. E, até agora, as conclusões têm sido as melhores possíveis. Todos os dias, sou abordado por isso, respondo sempre no maior alto astral e entusiasmo e levo numa boa.

11. ALIÁS, CONTA PRA GENTE COMO É ESCREVER CHI-LIT E HOT, VOCÊ TEVE PROBLEMAS OU CONFUSÕES POR ESCREVER ESSES GÊNEROS QUE SÃO TAXADOS DE "FEMININOS". 

CLÁUDIO: Sou do tipo de autor que não se contenta só com o próprio gênero, o policial e suspense, mas que adora aceitar esses desafios de pular o muro e descobrir a realidade que me aguarda. Não vou dizer que escrever erótico e chick-lit tenha sido uma tarefa simples e tranquila, porque não foi. Tive que pesquisar muito, muito mesmo, observar mais as pessoas, estudar seus hábitos e comportamentos. Minhas irmãs, algumas leitoras e minha namorada foram cobaias meio que indiretamente para esse tipo de experiência de vida. No final das contas, acabei construindo identidades únicas, divertidas ao seu modo, e, independente do gênero em que estou atuando, sempre busco apresentar personagens marcantes e inesquecíveis. Mas, a verdade é que foi muito, muito difícil entrar num campo em que eu não dominava ou nunca tinha lido nada a respeito.

12. DE ONDE VEM A INSPIRAÇÃO DAS PERSONALIDADES DAS MULHERES DE SEUS LIVROS E COMO É ENTRAR DE CABEÇA DENTRO DESSE UNIVERSO? CLÁUDIO: Vem de todas as mulheres com quem me relaciono direta ou indiretamente. São cada uma de vocês, mulheres independentes, cheias de sonhos e de manias, que me inspiram a criar novos personagens. Vem do desejo de compreender mais, da vontade de agradar um pouco e do meu jeito, enfim, essas são as principais motivações.

13 .VOCÊ PRETENDE CONTINUAR ESCREVENDO ESSES GÊNEROS, SE SIM CONTE UM SPOILLERZINHO DE ALGUMA NOVIDADE FUTURA...RSRSRS 


CLÁUDIO: Pretendo, sim, porque não consigo mais abandoná-los. Tenho projetos para mais dois chick-lits (continuações do primeiro Um Novo Amor à Vista, que acaba de ser contratado pela Madras Editora para estrear um grande selo, o Madras Hot), além de continuar publicando o erótico Como Seduzir um Capacho, com previsão até abril, e mergulhar de cabeça e tudo no novo projeto em parceria com o blog Segredo Entre Amigas, outro chick-lit sobre relacionamentos.

14. COMO VOCÊ LIDA COM ASSÉDIO DAS FÃS? HÁ CASOS ENGRAÇADOS?? SE TIVER, NOS CONTE TUDO.


CLÁUDIO: É engraçado, original e transforma o meu dia. No começo, isso não era sempre, mas agora é fabuloso receber o carinho dos leitores, observar que eles acreditam nas suas verdades e, o melhor, ter leitores que te incentivam, fazem loucuras e movem campanhas é a melhor coisa que existe. Sobre os casos engraçados, são vários mesmo, mas a maioria deles está ligada a surtos nervosos junto com os personagens, leitores brigando quando o autor demora a postar capítulo, leitor me chamando à atenção sobre os deslizes textuais. Eu prezo e admiro demais os meus leitores e faço a maior questão de tê-los sempre pertinho de mim, seja conversando, dando uma palavra de conforto quando necessitam ou considerando o que eles têm a dizer, as dicas, as sugestões de leitura, tudo! 

Créditos:

Matéria e perguntas:  Lisandra Dilara e Giuliana Sperandio
Entrevistado: Autor Parceiro Cláudio Quirino
 Queremos agradecer ao autor Cláudio pela simpatia e por nos dar um pouco mais de seu tempo aqui no nosso blog e dizer também que a casa é de sua sempre para qualquer novidade.Esperamos ver em breve mais livros seus aqui!!
Além de parceiras somos suas fãs! Sucesso!!!