[Especial Halloween] Vamos falar sobre séries de terror!

Olá, pessoas! Ou melhor, Clubenautas!!!


Aqui, poucos de vocês me conhecem. Meu nome é Nuccia, sou a blogueira por trás do blog As 1001 Nuccias. Também sou escritora, aguardando o lançamento do meu bebê, "Pérolas da minha surdez" (sim, sou surda faz uns 8 anos). E, sou seriadora de carteirinha!!

A convite da minha amiga lindona Giuliana, estou aqui para participar da Semana Especial de Halloween do blog Clube do Livro e Amigos, indicando alguns seriados de terror, horror e suspense!

Vamos com tudo!!!

Só dois pórens... 




1 - Achei por bem não enumerar a lista em ordem de preferência ou qualquer outro tipo de ordenação. A parada vai ser aleatória, só para indicação mesmo!



2 - Todos os seriados aqui indicados já foram assistidos em, pelo menos, duas temporadas. Se eu não vi nenhum episódio, não é justo indicar, não é mesmo?

Partiu?




TOP SERIADOS


*Supernatural*



Supernatural, além de um seriado de Terror, também foi definido como Sobrenatural, Suspense, Fantasia, Drama, Ação, Aventura. Eu, por minha conta e risco, acrescentaria o Humor Mórbido ou Comédia Perversa, mas apenas para alguns episódios. Traduzindo... Supernatural é um seriado bem eclético, bom pra cacete!


Estreou em setembro de 2005, programada para encerrar após três temporadas. Foi expandida para cinco e já conta com 11 temporadas no ar, sem a menor ideia de quando vai ser a última. Produzida pela Warner Bros., canal de TV paga onde também é exibida (na TV aberta brasileira, passa no canal SBT), ela conquistou milhares de fãs ao redor do nosso querido globo terrestre. E, se você faz parte dos 1% que ainda não viram a séria, eu te explico a história base (porque, caracas, contar a história de onze temporadas... não tem postagem suficiente para tanto!):

Dean (Jensen Ackles) e Sam Winchester (Jared Padalecki) são irmãos que perderam a mãe na infância para um tipo de acidente bizarro e sem explicação. Seu pai chegou em casa e encontrou a mãe presa no teto, com a garganta cortada, pingando sangue no pequeno baby Sam. Desde então, papai John Winchester se tornou um caçador e ensinou seus filhos, desde a infância, sobre o mundo sobrenatural e como se livrar dessas criaturas. Sam esteve longe dessa vida desde a adolescência, no entanto, Dean o encontra e o convence a retomar sua vida de caçador quando seu pai desaparece, deixando apenas o diário com descrições de criaturas como pista. Ao longo das temporadas, são ajudados por outros caçadores, como o Bobby, e por algumas destas criaturas.

Que criaturas? Vejamos... Já tivemos A Mulher de Branco, Blood Mary, outros Espíritos Vingativos, Voodoo, Wendigos, Bonecas Assassinas, Golem, Lobisomens, Vampiros, Metamorfos, Pé Grande, Bruxas, Titãs, Fadas, Duendes, Deuses caídos de diferentes mitologias (Hindu, Grega, Romana, Nórdica, Paganismo), Profetas... Isso sem contar, é claro, o que originou a série >> Demônios e Anjos: os Cães do Inferno, Azazel, Lilith, Os Cavaleiros do Apocalipse, Leviatãs, Eva, Caim, Miguel, Gabriel, Rafael, Metatron, Lúcifer e, em uma temporada, mesmo com vários pontos de interrogação, até mesmo Deus.

Demônios fazem parte da história base dos personagens, já que foi um deles quem levou a mãe dos rapazes, marcando o pequeno Sam como um brinde a ser retirado depois. Um deles, o estimado Demônio Crowley (Mark Sheppard), que iniciou sua participação como demônio superior, chegou ao lugar do Rei do Inferno, quando os irmãos conseguiram prender Lúcifer e  o Arcanjo Miguel, evitando o Apocalipse. A partir da 4ª temporada, os Anjos chegam no pedaço, com a entrada do delicioso e carismático Castiel (Misha Collins), ao salvar Dean do, nada menos, Inferno.

Ah, sim! Sam e Dean Winchester, que já foram possuídos e/ou se tornaram as criaturas que caçam, tem passagem liberada para quase todos os reinos e dimensões já criados na mitologia! Já estiveram no Inferno, presos no Purgatório, no Limbo, no mundo fantasioso de Loki e até no Céu!

E o carro? É praticamente um personagem da série! O Impala 67 foi escolhido pelo produtor Eric Kripke por ser "o Rottweiler dos carros, e eu penso que isso dá mais autenticidade aos fãs de carros por causa disso, porque não é um carro bonito. É um carro agressivo, musculoso, e eu acho que é a isso que as pessoas reagem, porque se encaixa tão bem no tom do nosso programa".

Se você é fã, sabe, por exemplo que ferro é um dos seus melhores amigos e que sal é o item mais importante da sua casa. Há quem diga que o seriado já deu o que tinha de dar, que está começando a criar mitologia própria para se manter no ar ou que já está exagerando nas idas e vindas dos personagens entre vida e morte. Independente disso, a audiência continua elevada e as temporadas continuam sendo renovadas. Obrigada, de nada.


"Sempre foi uma série sobre a família, muito mais do que qualquer outra coisa. A mitologia é apenas um motor para levantar questões sobre a família. Um irmão mais velho cuidando de um irmão mais novo, querendo saber se você tem que matar a pessoa que você mais ama, a lealdade familiar contra a obrigação da família bem maior, em comparação com a felicidade pessoal ... "
—Eric Kripke (produtor)





*American Horror Story*



American Horror Story (AHS, para os íntimos) é um dos seriados de terror mais diferenciados que já assisti. Produzida e exibida pelo canal de TV a cabo FX, o tal diferencial é seu formato antológico: cada temporada é baseada em uma história de horror norte-americana, recebendo sub-títulos condizentes com a história/temporada exibida.

A primeira temporada foi nomeada de Murder House. teve uma casa como tema principal. Uma família se muda para uma grande mansão e aos poucos vai descobrindo que a casa e a vizinhança escondem segredos absurdos. Metade dos personagens está vivo. A outra metade...

Asylum, a segunda temporada, nos mostra os horrores por trás dos atos e personalidades dos administradores e pacientes de um manicômio. Junte a isso a presença de um assassino em série, as lutas contra o racismo e opressão feminina nos EUA, testes de medicina duvidosa em cobaias humanas e, pasmem, abduções alienígenas e temos uma temporada bem Lenda Urbana.




Coven, a terceira temporada, no entanto, foi baseada em fatos reais. BASEADA! Tendo bruxas, feitiçaria, vodu e escravidão de Nova Orleans do século passado, apresenta a luta pela sobrevivência de 6 bruxas na Academia contra caçadores de bruxas, contra o tempo e contra a louca socialite psicopata que trucidava escravos por prazer e vaidade.




O circo de horrores (Freak Show), muito comum nos anos 40 e 50 nos EUA é o tema principal da 4ª temporada. A ideia principal é mostrar a segregação e a discriminação, usando os espetáculos com aberrações como fonte. Acho bacana que os produtores deram oportunidades a atrizes e atores que, de outro modo, seriam descartados. Exemplos: alguns dos atores não foram maquiados, elas são reais, como a indiana Jyoti Amge, os norte-americanos Ben Woolf (falecido) e Drew Rin Varick, a norte-americana Rose Siggins e o inglês Mat Fraser. Além destes, a atriz transexual Amazon Eve (Erika Ervin) e a atriz Jamie Brewer, portadora da Síndrome de Down (Jamie faz parte do elenco regular desde a 1ª temporada).



No início deste mês de outubro, a 5ª temporada, chamada de Hotel, estreou com a ausência de alguns atores principais (como a impecável Jéssica Lange, que retornará no meio da temporada) e a presença de outras celebridades (como Lady Gaga).


No ar desde 2011, continua atraindo fãs e elevando seus índices de audiência, mesmo com críticas negativas sobre seu formato e sobre alguns exageros em torno das lendas (juro pra vocês que não sei onde estão os exageros).  

Ao criar a série, os produtores queriam que seu objetivo principal fosse assustar mesmo os espectadores: "Você quer que as pessoas fiquem um pouco fora de equilíbrio depois assistir a um episódio". O seriado possui inspirações em filmes e outros seriados clássicos do terror como O bebê de Rosemary, O Iluminado, Dark Shadows.

Os produtores conseguiram deixar pistas em uma temporada que mostrassem o tema da temporada seguinte. Também fizeram a façanha de explicar na 4ª temporada a história de vida de um determinado personagem da 2ª temporada... Kodiloko!!

Lá no blog, já estão publicadas as resenhas das 3 primeiras temporadas. A resenha da temporada 4, sairá até o final de novembro. Acompanhem:








*The Walking Dead*


The Walking Dead foi definida como terror, suspense e drama. É baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard. Com enredo pós-apocalíptico, estreou em 2009 e já está na 6ª temporada. Estranhamente, seu título não se refere aos zumbis: os mortos-vivos são os sobreviventes.



Criada por Frank Darabont, pelo canal AMC dos EUA, e exibida aqui no Brasil pela FOX, a série mostra a história de Rick Grimes (Andrew Lincoln), um vice-xerife de uma cidade vizinha a Atlanta que acorda de um coma após ter levado um tiro e descobre que o mundo sofreu um revés apocalíptico zumbi. Os sobreviventes formam grupos instáveis em busca de abrigo, comida, remédios e uma forma de vida longe dos Errantes (os zumbis)

Zumbis? Suponho que vocês já estejam familiarizados com o termo. Mortos que continuam andando, se arrastando por aí, sem nunca descansar, com um único objetivo: comer. A fome é o instinto primitivo que resta quando todo nosso sistema nervoso falha. E, como todo mundo sabe, a mordida é contagiosa. Ou seja, mordeu, perdeu playboy!

Logo no final da 1ª temporada, quando o grupo consegue chegar a sede do CCD (Centro de Controle de Doenças), temos uma pista do que pode ter acontecido ao planeta: um vírus que mantem-se inativo em seu corpo, ou seja, mesmo vivo você já é um portador, já está contaminado. Aí, você morre, seja por que motivo for, e então, o tal vírus ativa a parte do seu cérebro que comanda movimentos, percebe sons e o instinto de continuar comendo. Tchan-rans!!! Você é um errante!

Ao longo das demais temporadas, o grupo de sobreviventes aumenta e diminui várias vezes. Você, espectador, aprende a não se apegar aos personagens, tal qual Game of Thrones. O grupo também percebe que os zumbis são apenas parte dos problemas a serem enfrentados neste novo mundo. Afinal, somos todos humanos, temos a tendência chatinha de passarmos um por cima do outro e foda-se todo mundo.

A série quase terminou na 3ª temporada. Mas, acho que era puro marketing, pois depois vazou a notícia que os contratos já tinham renovados para produção da 3ª e 4ª temporadas. O seriado já recebeu Emmy de melhor maquiagem, o Saturn Awards de melhor série da TV a cabo e foi indicada ao Globo de Ouro de melhor série dramática. Sem contar os prêmios recebidos pelos atores. O primeiro episódio da estreia da 5ª temporada bateu o recorde de episódio de série dramática mais assistido na história da TV a cabo. 

Tripas a serem mastigadas à parte, é uma série que ainda tem muito a revelar e muito drama para nos chocar. Afinal, ainda não sabemos ao certo que vírus é este e se existe alguém com imunidade. Vai que um personagem sobrevive a uma mastigadinha, não é mesmo? Entendedores entenderão.

Você pode acompanhar as novidades da série no site The Walking Dead Brasil, mas, cuidado, tem muitos spoilers por lá!





*True Blood*


True Blood pode ter encerrado (e encerrou de um jeito muito banal, diga-se de passagem), mas configurará nos moldes das grandes séries de terror por muito tempo. Produzida pela HBO, é baseada nos livros "Crônicas de Sookie Stackhouse", de Charlaine Harris.





No mundo de Sookie (Anna Paquin), os vampiros decidiram sair do caixão. Eles tem representantes de governo, e buscam equilibrar seus direitos de cidadãos com os humanos. Eles procuram se alimentar do sangue sintético True Blood, porém... Bem, sangue fresco, direto da fonte é melhor, não acham? A história se passa na cidade de Bon Temps, Louisiana, e é focada na vida e estripulias da garçonete Sookie, capaz de saber o que todos à sua volta estão pensando, com exceção dos vampiros. Esse detalhe e o fascínio pelas criaturas da noite a levam a se apaixonar perdidamente pelo vampiro Bill Compton (Stephen Moyer). E com isso, toda a vida dela, de seus familiares e amigos, da cidade toda, vira de cabeça para baixo.





Com apenas sete temporadas (os livros chegaram a 11), foi uma das séries mais aclamadas de 2008 e 2014, recebendo 20 prêmios e sendo indicada a outros tantos. As cenas eram cruas e realistas, os personagens profundos e as histórias relevantes. Algumas das cenas era tão realistas que me deixaram meio chocadas (em especial as de retalhamento humano e explosão de vampiros). Não vou mentir e dizer que não tinha cenas de sexo. Foram muitas, mas era em um clima meio sexy, meio misterioso. Foram raras as explícitas e tinham uma razão de ser, não estavam ali à toa.

Não só de vampiros se mantinha a série. Além destes, o seriado apresentou fadas (como a própria Sookie, que possui sangue com um cheiro diferente e a capacidade de permitir vampiros andarem no sol após se alimentar de fadas), bruxas, videntes, lobisomens (como o mais gostoso de todos, Joe Manganiello, interpretando o lobo Alcide), metamorfos, demônios, religiosos fervorosos, seitas, criaturas pagãs, e outros. Tudo muito bem intrincado.





Alan Ball, o produtor, descobriu a história por acaso, quando passeava por uma livraria antes de ir a uma consulta odontológica. O enredo e algumas características dos personagens são um bocado diferentes dos livros originais, afinal é assim que as adaptações são. 

Sobre a escolha dos atores, o produtor afirma: "desde do início havia um foco em procurar atores que interpretassem o personagem de maneira convincente e não aqueles que se assemelham fisicamente às personagens descritas nos livros". No entanto, foi uma dessas adaptações que me cativou seriamente, de tal forma que gosto mais da série do que dos livros.






*Hannibal*


Se você tem estômago fraco e achou True Blood ou The Walking Dead pesadas demais, não assista Hannibal. Criada por Bryan Fuller, pra o canal NBC (transmitida aqui pelo canal AXN Brasil), é baseada no romance Red Dragon (Dragão Vermelho), do autor Thomas Harris. Este mesmo romance já foi adaptado para as telonas como o filme Dragão Vermelho. Posteriormente, Harris escreveu uma continuação que também foi adaptada: O Silêncio dos Inocentes.



Sua primeira temporada começou a ser exibida em 2013. A história é focada na relação de amizade e médico-paciente entre o investigador especial do FBI Will Graham (HughDancy) e o psiquiatra forense Dr. Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen). Juntos, analisam a psique de assassinos em série. Will pede ajuda ao psiquiatra para elucidar alguns crimes, sem saber que muitos desses crimes são planejados e cometidos pelo próprio doutor.

O intrigante é o dom estranho de Will Graham em conseguir analisar a cena do crime quase que realisticamente. Ele encontra uma maneira de se conectar ao assassino, colocando-se em seu lugar. Isso o leva a ter delírios e a ser suspeito de alguns dos crimes que investigava. As discussões entre Will e Hannibal são sagazes, complicadas, porém de uma intensidade e beleza ímpar.

A montagem das cenas/cenários das mortes é realista, muito realista mesmo. E as cenas de preparação das refeições? Caraca... A equipe de produção contou com um consultor especialista em culinária canibal para preparação de tais cenas.

Confesso que não gostei do ator escolhido para interpretar Hannibal. Começa que ninguém consegue substituir Anthony Hopkins. Mesmo sabendo que a série é uma coisa completamente separada dos filmes e que cada ator dá um pouco de sua própria personalidade ao personagem, não sei porque não gostei do Mikkelsen. Acho que foi mais pelo físico dele do que pelo modo como fez o personagem. Sei lá!... Mas não posso negar que foi um personagem bem feito, carismático, enigmático e faminto.

Apesar da crítica favorável, não atingiu o sucesso estrondoso esperado. Após 3 temporadas, a série foi cancelada por ser extremamente violenta para a TV. Além das cenas chocantes, maravilhosamente trabalhadas pelo diretor de fotografia, a série passou a ter embasamento psicológico. Segundo algumas críticas: "Não se tratava de horror por horror, mas sim uma expressão carnal das tormentas internas dos personagens. Havia uma densidade emocional por trás das cenas de horror que nem os fãs de Walking Dead, acostumados a imagens chocantes, conseguiram aguentar."



*Bates Motel*







Bates Motel foi criada e desenvolvida por Carlton Cuse, Kerry Ehrin e Anthony Cipriano, sendo produzida pela Universal Television e exibida pela A&E. É baseada no romance Psycho, de Robert Bloch que virou filme em 1960.





Categorizado como Drama, Mistério e Suspense, neste seriado, temos a história de vida de Norman Bates (Freddie Highmore) e de sua mãe Norma (Vera Farmiga), além de outros personagens secundários importantes para a formação do distúrbio. Tudo isso acontece antes dos eventos retratados no filme de Alfred Hitchcock.


Confesso que fiquei meio duvidosa, receosa que este seriado fosse ferrar com o clássico em que é baseado. Sabem como é, adaptações televisivas e cinematográficas às vezes podem ser abomináveis. Então, não assisti assim que foi exibida. Mas, como foi bem recomendada, fui em frente. E adorei!

A série tem o suspense que o tema requer e as tramas emocionais, físicas e psicológicas. Norma Bates sempre soube do que o filho é capaz. Tudo que ela faz é para tentar esconder os "problemas" do rapaz de todo mundo: da sociedade, dos amigos, da polícia, da pouca família ainda viva, do irmão dele, dele próprio e, talvez, dela mesma. Isso faz com que ela seja possessiva: Norman praticamente não sai do lado dela, a relação tende para o incesto. Junte a isso as coisas loucas (estupro, mortes por vingança, tráfico pesado de drogas com anuência do xerife, assassinatos sem solução) que acontecem na cidade onde compram o motel e temos tudo para uma ótima série.

Norman é um rapaz bonito, inteligente e sensível. Mas, com ajuda de alguns amigos e da professora, começa a se desinibir. Chato é que se desinibe demais. E, pelamor, o que é o Highmore interpretando Norman Bates?! O garoto não manda bem, manda ótimo! Você consegue perceber o quanto Norman é uma pessoa perturbada em cada detalhe do rapaz.

Renovada para a terceira temporada, Bates Motel tende a ficar mais sombria já que o distúrbio de personalidade dissociativa do querido Norman começa a se fazer mais evidente e suas tendências homicidas já estão se tornando prática.

Ah sim! Lá no blog, temos as resenhas por temporada:






*Penny Dreadful*



Se você cansou dessa história de se alimentar de tripas ou de sangue ou de profundidade psicológica, então pare agora. Penny Dreadful é a melhor série de terror cult da atualidade, tendo sua abordagem voltada para o lado psicossexual dos personagens.

Indo para a terceira temporada, foi criada por John Logan para o canal Showtime, é exibida no Brasil pela HBO. Além do terror clássico, é uma mistura de fantasia, erotismo, drama e thriller. Baseada nas revistas de terror Penny Dreadful, vendidas na Inglaterra do século XIX, conseguiu mesclar diversos personagens dos clássicos em torno da personagem principal, a vidente Vanessa Ives (Eva Green).

A história da série se passa em Londres, época vitoriana e começa bem: uma família é massacrada por um animal desconhecido. Ao longo da primeira temporada, conhecemos os personagens, cada um com sua história, mas todos acabam interligados entre si e atrelados a um único evento: o rapto de Mina Murray por criaturas da noite.

Por criaturas da noite, suponho que vocês tenham pensado em vampiros. Ou foi o nome Mina Murray que deu a dica? Pois é, nesta série todos os clássicos do terror e fantasia se fazem presentes, bem como os personagens secundários de cada uma dessas histórias: Drácula, Van Helsing e os Murray, Frankenstein e suas criaturas, Dorian Gray, sua melancolia e seu retrato, Ethan Chandler e suas vítimas, Dr. Jekyll e seu amigo Sr. Hyde. Além destes, outros vão surgindo, como bruxas e demônios.

A interpretação e a dedicação de cada ator são impecáveis. Eva Green é uma das melhores atrizes que já vi! Não à toda, recebeu vários prêmios de melhor atriz dramática. Harry Treadaway, que interpreta Victor Frankenstein, passou dias estudando e treinando autópsias com os instrumentos da época, pois se recusava a ter dublês, queria ser o mais realista possível.

A cada episódio é desvendado o passado de um ou mais personagens. A cada episódio, uma nova química e uma nova luta. Os melhores diálogos são os que acontecem entre Vanessa e a criatura de Frankenstein, ou entre ela e o Sr. Chandler. Vanessa é a personagem mais profunda da série, talvez por sua mediunidade. As cenas mais chocantes são as de possessão da Srta Ives, atormentada por um grande demônio.


Sua audiência ainda não caiu desde sua estreia. E temos certeza que ainda falta muito para ser desvendado. Mistério ali, tem de sobra.


Segue o link da resenha da primeira temporada. A resenha da segunda está saindo! Aguardem!




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E então, quais os seus seriados de terror favoritos? 

E quais os que você não veria de jeito nenhum??

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Obrigada, meninas do Clube, pela oportunidade de espalhar um pouquinho de sangue e tripas em decomposição por aqui!

Deem uma passadinha á no blog e vejam as postagens do especial de Halloween! Ainda tem promoção rolando! Acaba no HOJE, dia 31!!








Um beijo em cada um!

Até + ver!

Um comentário:


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